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ARTIGOS

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

RESUMO II GUERRA MUNDIAL 1939-45

A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL foi iniciada nesse contexto: ideias de socialização e de destruição das desigualdades sociais e explorações, crise econômica (elevando a atração por ideias revolucionárias de governo que garantissem a alimentação de todos).
            Na Alemanha, a medida que Adolf Hitler concretizava suas ambições territoriais, muitos judeus, testemunhas de Jeová, pessoas com algum tipo de deficiência eram enviadas a campos de concentração. As nações europeias que poderiam impedir essas ações, nada faziam. A política de apaziguamento – conceder para evitar conflitos – fortaleceu as ambições nazistas.
            Em 1935, o Sarre, a Renânia em 1936, 1938 foi a vez da Áustria (Anschluss) e da Tchecoslováquia (através do tratado de Munique) e em 1939 foi a vez da Polônia. A invasão da Polônia foi o estopim do conflito. Dois dias depois da investida, a Inglaterra e a França declararam guerra ao alemães. Começava o segundo conflito mundial.
            Antes de invadir a Polônia, os alemães firmaram com os soviéticos o Pacto Germânico-Soviético de não agressão, que garantia para a Alemanha a parte ocidental do território polonês e para os soviéticos a parte oriental polonesa e a Finlândia. Vale salientar o espanto que tal pacto causou, uma vez que Hitler proclamava o anticomunismo.
            O avanço das forças do EIXO (Japão, Itália e Alemanha) espantou o mundo. Através de ataques rápidos em varias frentes (blitzkrieg), os alemães invadiram e dominaram a Dinamarca, a Noruega, a Holanda e, em junho de 1940, a França foi invadida e o mal. Petáin assinou a rendição. Entretanto, no sul francês a resistência se configurou.
            Após o ataque a França, o alvo alemão foi a Inglaterra. Em um dos momentos mais importantes do conflito a Luftwaffe enfrentou a Royal Air Force britânica, saindo esta vitoriosa.
            A situação começou a mudar quando, em 1941, a Alemanha decidiu atacar a URSS e os japoneses atacaram Pearl Harbor. Neste caso, forçou-se a entrada dos EUA no conflito. No primeiro, começava a derrota alemã.
            A batalha de Stalingrado foi o ponto de partida para a derrota do Eixo. Utilizando a tática da terra arrasada e contando com o inverno russo, os soviéticos rechaçaram os alemães. Nesse ínterim, aconteceu a Conferência de Teerã, na qual se decidiu pelo ataque a Normandia. Era o DIA D.  Três frentes de combate ao Eixo: a já citada Normandia, do Mediterrâneo pela Itália até Berlim e da URSS até a capital alemã.
            A França foi libertada em 1944. A rendição alemã foi assinada em 1945 por Karl Donitz, almirante nomeado por Hitler para comandar a Alemanha. O Fuhrer cometera suicídio no dia 30 de abril daquele ano juntamente com a Eva Braun, ex-amante com quem se casara antes de tirar a própria vida.
            A vitória na frente ocidental fora conseguida, mas ainda restava a frente oriental. EUA e Japão se enfrentavam e os japoneses utilizavam ataques suicidas, os kamikazes, na tentativa de vencer as forças estadunidenses. Mesmo com a vitória praticamente certa, uma vez que os japoneses não agüentariam por mais tempo, foi lançada uma bomba atômica na cidade de Hiroshima, fato que desestabilizou grandemente o país do derrotado Eixo. Três dias depois e outra bomba, desta vez na cidade de Nagasaki. Conseguia-se, assim, a rendição incondicional do inimigo. Era o fim da segunda guerra mundial.


            Algumas conferências foram realizadas para a elaboração dos acordos de paz. A Conferência de Teerã preparou o ataque a Normandia e garantiu que a Letônia, Lituânia, Estônia mais a parte sul da Polônia ficariam com a URSS. A conferência de Yalta lançou as bases de discussão da ONU e dividiu o mundo em áreas de influência entre os EUA e a URSS. Esta ficaria com a Europa oriental e parte da Coreia, dividindo esta com o tio Sam. A conferência de Postdam criou o tribunal de Nuremberg para julgar os crimes cometidos pelos nazistas, fixou o débito alemão e garantiu para a Polônia a cessão do Dantzig. 

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domingo, 1 de dezembro de 2013

RESUMO PERÍODO REGENCIAL - 1831-1840



Com a abdicação de D. Pedro I, o império brasileiro passou por uma fase em que regências cuidavam da vida política do Brasil. Foi um período marcado por intensa turbulência. As chamadas elites se digladiavam pelos cargos políticos e muitas vezes as desavenças políticas descambavam para conflitos armados. Outra marca desse período foram os conflitos acontecendo em várias partes do Brasil, chegando a ameaçar a integridade territorial
                Esse período foi marcado pela existência de grupos políticos diferentes e que podem ser organizados como se segue: restauradores, formado por comerciantes portugueses, militares de alta patente conservadores e queriam o retorno do imperador; liberais exaltados, composto por pequenos comerciantes, padres, profissionais liberais e reivindicavam autonomia administrativa provincial, federalismo além da proclamação da república (os mais exaltados); moderados, formado pelos latifundiários e que defendiam a manutenção da constituição e do governo centralizador, mas não apoiavam o absolutismo.
                Em 1834, com a morte do ex-imperador D. Pedro, o grupo dos restauradores deixou de existir e a vida política passou a ser regida pelos embates entre os progressistas, que defendiam um governo forte mas que concedesse algumas coisas aos liberais exaltados;  os regressistas, que não aceitavam a autonomia provincial solicitada e defendiam a centralização legislativa no Rio de Janeiro.
                Pode-se dividir a história do Período Regencial nas seguintes etapas com os seguintes pontos de destaque:

1.   Regência Trina Provisória
a) preparou o cenário político para a instalação da Regência Trina Permanente;
b) readmitiu o ministério dos brasileiros;
c)   limitou as atribuições do Poder Moderador;
d)   anistiou os presos políticos;
e) teve um caráter liberal;

1.   Regência Trina Permanente
a) teve um caráter moderado;
b) o padre Diogo Feijó assumiu o cargo de ministro da Justiça;
c)   foi criada a Guarda Nacional;
d)   assinatura do Ato Adicional:
- criou as Assembléias Legislativas nas províncias;
- transformou a Regência Trina em Regência una;
- transformou a Rio de Janeiro em município neutro;
- acabou com o Conselho de Estado;

1.   Regência Uma de Feijó
a) teve um caráter moderado;
b) sofreu forte oposição dos moderados regressistas;
c) ocorreram as primeiras revoltas do Período Regencial;
d) devido às pressões oposicionistas Feijó renunciou e assumiu o cargo Araújo Lima;

1.   Regência Uma de Araújo Lima
a) teve um caráter conservador e autoritário;
b) foi organizado o Ministério das Capacidades composto só por políticos conservadores;
c) nesse período foi assinada a Lei Interpretativa do Ato Adicional de 1834;

SITUAÇÃO ECONÔMICA
Foi um cenário de forte crise com a queda dos preços dos produtos agrícolas e seguidos déficits da balança comercial brasileira.

REVOLTAS
A situação de crise contribuiu no período regencial para a eclosão de várias revoltas que foram violentamente reprimidas. Essa violência utilizada representa a ação do Estado brasileiro no objetivo de manter a integridade territorial que foi constantemente ameaçada. Eis algumas delas: 

1.   Cabanagem – 1835-40 (Pará)
Teve uma ampla participação popular, o que pode ser evidenciado em algumas de suas reivindicações: desejavam o fim da escravidão, reforma agrária; contou com o apoio inicial dos fazendeiros que desejavam o fim da tarifas alfandegárias sobre os produtos que rendiam lucros para eles. Estes se afastaram do movimento quando perceberam a grandiosidade do que queriam os cabanos.
Os revoltosos tomaram o poder mas não conseguiram se organizar e foram duramente reprimidos.

2.   Farroupilha – 1835-45 (Rio Grande do Sul)
Esta foi uma revolta de elite e teve como líderes: Bento Gonçalves, Davi Canabarro, José Garibaldi. A causa maior da revolta foi a concorrência entre a charque produzida no Rio Grande do Sul e a produzida na Argentina e no Uruguai. Estas tinham cobrança de tarifas bem menores. Conseguiram várias vitórias sobre as tropas imperiais. Em 1836 fundaram a República Rio-grandense (Piratini) e, em 1839, a República Juliana em Santa Catarina.
A partir de 1842 foi iniciada uma dura repressão liderada por Luís Alves de Lima e Silva.
Em 1845 foi assinado um acordo de paz: os revoltosos foram anistiados, soldados farroupilhas foram incluídos no exército imperial e foi concedida liberdade para os escravos;

3.   Sabinada – 1837-38 (Bahia)
Teve como líder o médico Francisco Sabino Álvares da Rocha e seu objetivo era formar uma república até a maioridade de Pedro de Alcântara. Não contou com apoio dos ricos fazendeiros e nem com a participação dos grupos populares. Conseguiram tomar o poder em Salvador mas foram reprimidos violentamente.

4.   Balaiada – 1838-41 (Maranhão)
O Maranhão enfrentava uma crise no principal produto exportado: algodão além da concorrência dos EUA). Somou-se a essa situação a insatisfação da classe média, os bem-te-vis;
Seus líderes populares foram Manuel Francisco dos Anjos (fazedor de balaios); Cosme Bento das Chagas (ex-escravo); Raimundo Gomes (vaqueiro);
A cidade de Caxias foi tomada e os balaios sofreram repressão violenta liderada pelo coronel Luís Alves de Lima e Silva.

O GOLPE DA MAIORIDADE
Preocupados com as revoltas que aconteciam pelo Brasil, os políticos progressistas começaram a defender a idéia da antecipação da maioridade do príncipe regente: estava fundado o Clube da Maioridade, que reunia tanto políticos progressistas como alguns regressistas que também ansiavam por silenciar as revoltas.
                Apenas a Assembléia Nacional poderia tomar tal atitude e o Clube pressionava para que isso acontecesse.
                Enfim, em 1840, a chamada tese da maioridade foi aprovada e Pedro de Alcântara assumiu o trono brasileiro com apenas 15 anos de idade.
                Iniciava-se, então, o SEGUNDO IMPÉRIO que durou de 1840 até 1889.

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sábado, 30 de novembro de 2013

RESUMO SEGUNDO IMPÉRIO BRASILEIRO 1840-1889



Foi marcado politicamente pela disputa entre o grupo dos políticos liberais e dos conservadores, que na prática apenas se interessavam pela ocupação dos cargos políticos.
As eleições do período eram conhecidas como eleições do cacete, devido a violência e fraude constantes.
O governo de D. Pedro II foi marcado também pelo parlamentarismo às avessas: o primeiro-ministro era escolhido pelo imperador, mas não possuía total liberdade para atuar, uma vez que ainda existia o poder moderador, que tornava possível a dissolução do poder legislativo quando o monarca bem quisesse.
A disputa entre liberais e conservadores só foi amenizada no período entre 1854 e 1868, no qual eles governavam juntos através de acordos políticos. Era a chamada era da conciliação

A PRAIEIRA – 1848
Foi a última manifestação das instabilidades políticas do Império.
O Partido da Praia divulgava suas idéias através do jornal Diário do Povo.
O estopim da revolta foi a nomeação de Herculano Ferreira Pena para o governo de Pernambuco no lugar de Chichorro da Gama.
Os praieiros divulgaram seus planos através do Manifesto ao Mundo:
                               a. voto livre para todo brasileiro
                               b. liberdade de imprensa
                               c. fim do poder moderador
                               d. garantia de trabalho para todo brasileiro

Guerra contra o Paraguai 1865-70
A guerra contra o Paraguai tem algumas explicações e bastantes polêmicas: a mais estabelecida é a que firma que o modelo de desenvolvimento paraguaio desagradava ao capitalismo inglês.
                O estopim da guerra, para o Brasil, foi o aprisionamento do navio Marquês de Olinda que navegava próximo a Assunção.
As principais conseqüências para o Brasil:
                               a. desmantelamento econômico
                               b. dependência, para defesa do território, dos militares, até então considerados uma categoria secundária em face do elemento civil

ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA
                As pressões inglesas e a expansão do capitalismo foram fatores relevantes para o processo de abolição da escravatura no Brasil
                - as leis:
                               a. Bill Aberdeen – 1845
                               b. Eusébio de Queiroz – 1850
                               c. Ventre Livre – 1871
                               d. lei dos Sexagenários – 1885
                               e. lei Áurea – 1888

CRISE DA MONARQUIA
                Resultou de várias questões:
                               a. abolicionista. Antigos senhores de escravos passaram a apoiar a república após a abolição
                              
b. republicana. A partir de 1870, o republicanismo ficou mais forte e com formação mais sólida; foi lançado o Manifesto Republicano
                               c. militar. Foi o conjunto de divergências ocorridas entre o exército e o governo. Não aconteceu de uma hora para outra, sendo parte do processo de mudanças políticas que se configurava no Brasil desde o fim da guerra contra o Paraguai. Após o fim desta, parte das forças militares foi desmobilizada, ficando o exército com aproximadamente 15 mil membros. Deve-se considerar que mesmo tendo realizado feitos supostamente heroicos, os militares não tinham direito de participar politicamente do Estado imperial. Não havia, também, uma política de aperfeiçoamento e os ressentimentos se acumulavam.
                               A tensão se intensificou a partir de 1886, quando, no Piauí, um oficial foi censurado pelo coronel Cunha Matos por ter cometido uma falha de rotina. Simplício de Resende, deputado, defendeu o oficial, atacando o coronel. Este, por sua vez, afirmou que a culpa era do ministro da guerra, Alfredo Chaves, que o puniu com prisão por 48 horas.
                               Pouco depois, no mesmo ano, outro coronel, Sena Madureira, fez manifestações pró-abolicionismo e foi censurado por um senador, Franco de Sá. Sena Madureira respondeu através do jornal e foi punido pelo ministro da guerra.
                A tensão entre governo e exército se intensificou quando o marechal Deodoro da Fonseca criticou o ministro da guerra por censurar um militar que era, antes de tudo, um cidadão. Os políticos liberais enxergaram a possibilidade de atingir o gabinete do Barão de Cotegipe e apoiaram as críticas militares ao Estado imperial.
                Foi fundado o Clube Militar, com a presidência do mal. Deodoro da Fonseca. Através do clube expressavam seus pontos de vista e atraíam olhares de insatisfação do poder imperial. Pequenos incidentes aconteceram ampliando a tensão e intensificando o desejo dos militares de participar da vida pública afastando os civis dos postos de donos do destino da nação.
                                                         

d. religiosa. A partir de uma proibição de D. Pedro II de permitir que D. Vidal e D. Macedo, bispos de Olinda e de Belém, respectivamente, punissem irmandades religiosas que apoiavam maçons, o império foi perdendo gradativamente o apoio de setores da Igreja Católica. Os bispos foram presos e libertados posteriormente, todavia, o estrago na popularidade de imperador já estava feito.
                Percebendo a situação, o imperador realizou algumas reformas:
                               a. liberdade de credo
                               b. autonomia provincial
                               c. fim da vitaliciedade do senado
                               d. liberdade de ensino e seu aperfeiçoamento
                Em 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca comandou uma tropa de soldados que depôs o gabinete Ouro Preto, formando a República dos Estados Unidos do Brasil e encerrando o II Império brasileiro.

ECONOMIA
                As transformações:
                               a. mudanças no eixo econômico das regiões agrícolas do nordeste para áreas do centro-sul
                               b. desenvolvimento de um novo gênero: o café
                - a produção de café dividiu-se em dois setores:
                               a. tradicional. Assim chamado por utilizar mão-de-obra escrava. Localizado no vale do Paraíba e na Baixada Fluminense.
                               b. moderno. Utilizou mão-de-obra imigrante européia e estava localizada no oeste paulista; contou com a terra roxa, altamente fértil. Os imigrantes eram trazidos através do sistema de parceira, em que os europeus dividiriam as despesas da viagem com os fazendeiros e trabalhariam, até pagá-las. Na prática isso não acontecia: o regime de trabalho muito se assemelhava ao escravo. O senador Nicolau de Campos Vergueiro foi o primeiro agricultor a trazer estrangeiros para o Brasil nesse regime de trabalho (entre 1847 e 1857).

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terça-feira, 26 de novembro de 2013

RESUMO ESTADO MODERNO / TEÓRICOS DO ABSOLUTISMO

AS CRISES DO FEUDALISMO
A população européia, entre os séculos XI e XIV, cresceu consideravelmente e nesse crescimento a população de nobres se inseria aumentando suas regalias e pressionando os que produziam – os camponeses. Essa opressão gerou insatisfação e revoltas por partes dos trabalhadores que fugiam, muitos deles, para as cidades. Junto a isso, o clima europeu sofreu alterações e chuvas em excesso prejudicaram as colheitas. Com a escassez de alimentos veio a carestia e com esta a fome. No século XIV, o cenário estava preparado para a Peste Negra, epidemia que aniquilou aproximadamente 1/3 da população européia que estava deveras mal-alimentada.
                Assim, rebeliões ameaçavam tanto a tradicional nobreza quanto a emergente burguesia. Ambas necessitavam de uma autoridade que impusesse a paz. Essa autoridade era o rei, que unificaria politicamente os feudos sob sua autoridade, gerando os Estados Nacionais e acabando com a descentralização herdada do período medieval.

O ESTADO MODERNO
O Estado Moderno, ou Estado Nacional caracterizava-se pelos seguintes pontos:
- centralização do poder político
- surgimento de uma burocracia
- formação de um exército nacional
- fortalecimento da justiça real
- arrecadação de impostos devidos ao rei
- unificação monetária
- eliminação da autonomia das cidades

Estas mudanças contaram com indivíduos que pensaram na melhor maneira de governar; os teóricos do absolutismo concordavam em alguns pontos e divergiam noutros. Vamos observar suas idéias de maneira geral.

TEÓRICOS DO ABSOLUTISMO
Nicolau Maquiavel 1469-1527

- secretário florentino
- obra: O Príncipe
- obrigação maior do governante: segurança para o reino
- ser temido é mais seguro
- reputação é interessante para o Estado
- moral X política: separação
- religião: é interessante apenas para manter a grandeza do Estado
- política externa: exército pronto para a guerra; uso de astúcia e fraude
- política em primeiro lugar: fundação, conservação e ampliação do Estado

Thomas Hobbes 1588-1679

- obra: O Leviatã
- pacto de transferência: cada um autoriza a pessoa a governá-la se todos os outros o fizerem
- relação proteção e obediência: os súditos obedecem enquanto forem protegidos, o que legitima a subserviência ao rei que vence outro
- o rei é maior legislador de todos
- direito de violar a propriedade em caso de ameaça externa
- lei, propriedade, opiniões, doutrinas e religião: controle total do soberano

Jean Bodin 1530-1596

- obra: A república
- confronto com Maquiavel: o soberano bem do Estado não está separado do soberano bem do indivíduo
- soberania é perpétua: exercida durante toda a vida sem delegação a terceiros
- soberania é absoluta: o rei não é afetado por leis anteriores e nem dele
- três tipos de governo: monarquia, aristocracia e democracia

- limite à soberania do chefe de Estado: direito de propriedade dos súditos

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